Datafolha: 54% dizem não votar em Bolsonaro de jeito nenhum, e 33% em Lula; rejeição ao ex-presidente ficou menor, fora da margem de erro

O presidente Jair Bolsonaro (PL)  segue na liderança da maior rejeição entre eleitores, segundo a pesquisa Datafolha. Indicaram que não votariam nele de jeito nenhum 54% dos brasileiros ouvidos pelo levantamento. O índice se mantém estável em relação à pesquisa anterior, de março, quando 55% dos eleitores afirmaram que não votariam em Bolsonaro. Os dois levantamentos,…

O presidente Jair Bolsonaro (PL)  segue na liderança da maior rejeição entre eleitores, segundo a pesquisa Datafolha. Indicaram que não votariam nele de jeito nenhum 54% dos brasileiros ouvidos pelo levantamento.

O índice se mantém estável em relação à pesquisa anterior, de março, quando 55% dos eleitores afirmaram que não votariam em Bolsonaro. Os dois levantamentos, no entanto, não são comparáveis, já que houve mudanças no cenário com inclusão ou retirada de pré-candidatos.

O segundo pré-candidato mais rejeitado é oex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com 33%. Em março, seu índice de rejeição era maior, com 37%. 

A rejeição

No levantamento atual o terceiro mais rejeitado, com 23%, é o ex-governador de São Paulo João Doria (PSDB), que desistiu de concorrer à Presidência da República nesta segunda-feira (23).

Ciro Gomes (PDT) tem índice de rejeição de 19%, seguido do General Santos Cruz (Podemos), com 11%.

Os pré-candidatos Vera Lúcia (PSTU), Eymael (Democracia Cristã) e Luciano Bivar (União Brasil) marcaram 10% de rejeição. Com 9%, o Datafolha mostra Pablo Marçal (Pros), Simone Tebet (MDB), André Janones (Avante) e Felipe d’Avila (Novo).

Sofia Manzano (PCB) e Leonardo Péricles (UP) alcançam 8% de rejeição.

O novo levantamento do Datafolha ouviu 2.556 pessoas em 181 cidades do país nesta quarta (25) e quinta (26). A pesquisa tem margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos e está registrada no TSE com o número BR-05166/2022. A pesquisa foi contratada pela Folha.

A rejeição a Lula é 33% na média, mas é alta entre quem ganha mais de 10 salários-mínimos e mais baixa entre estudantes.

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