O comportamento íntimo continua sendo um dos retratos mais reveladores das diferenças culturais ao redor do planeta, e o Brasil segue em posição de destaque nesse cenário. Um levantamento divulgado pelo site Insider Monkey, com base em estudos internacionais que analisam a média anual de relações sexuais, colocou o país na sétima posição entre os mais ativos sexualmente do mundo.
O dado reforça uma imagem historicamente associada aos brasileiros: a de um povo expressivo, afetivo e com forte valorização do contato humano. A análise reúne informações de diferentes pesquisas globais sobre hábitos de vida, frequência de intimidade e comportamento social, apontando que fatores culturais, rotina diária e a maneira como cada sociedade lida com o afeto influenciam diretamente esses números.
Brasil mantém presença recorrente em rankings internacionais
A posição brasileira entre os dez primeiros confirma uma tendência observada em levantamentos semelhantes ao longo dos anos. Países da América Latina costumam aparecer com frequência nesse tipo de ranking, o que especialistas associam a padrões culturais mais abertos, relações sociais intensas e maior naturalidade no trato com a intimidade.
No caso do Brasil, aspectos como clima, sociabilidade, valorização do convívio presencial e forte vida social são frequentemente apontados como elementos que ajudam a explicar os índices elevados.
Espanha lidera ranking global
No topo da lista aparece a Espanha, país tradicionalmente associado a uma vida social intensa e a relações interpessoais calorosas. Segundo um estudo da marca Durex, citado no levantamento, cerca de 72% dos espanhóis afirmam manter algum tipo de atividade sexual ao menos uma vez por semana, índice que garantiu a liderança no ranking.
O resultado evidencia como hábitos culturais e estilo de vida caminham juntos quando o assunto é intimidade, especialmente em sociedades onde o tempo livre e o convívio social ocupam papel central.
Europa domina as primeiras posições
Logo atrás da Espanha, o ranking é dominado por países europeus como Itália, Suíça, Polônia e Grécia. Esses países apresentam padrões distintos entre si, mas compartilham tradições culturais que valorizam vínculos pessoais e relações afetivas próximas.
México e Brasil aparecem como os representantes da América Latina no grupo dos mais ativos sexualmente, enquanto China, Alemanha e Rússia figuram nas últimas posições do top 10, refletindo diferenças culturais, sociais e até de percepção sobre a divulgação desse tipo de informação.
Ranking dos países mais ativos sexualmente
De acordo com o levantamento, os dez países mais ativos sexualmente são:
- Espanha
- Itália
- Suíça
- Polônia
- Grécia
- México
- Brasil
- China
- Alemanha
- Rússia






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