Quem era Ana Luiza Mateus: modelo compartilhava rotina de viagens, beleza e academia nas redes

Psicóloga e maquiadora profissional acumulava milhares de seguidores e fazia publicidades para marcas de cosméticos e suplementação.

Com milhares de seguidores e presença ativa nas redes sociais, Ana Luiza Mateus, de 29 anos, costumava dividir com o público momentos da rotina pessoal e profissional. A psicóloga, modelo e maquiadora profissional publicava registros de viagens, treinos em academia, trabalhos de beleza e campanhas publicitárias.

Ana Luiza ganhou destaque nas plataformas digitais ao mostrar viagens para praias, eventos e produções fotográficas. O perfil também reunia conteúdos ligados ao universo fitness e dicas de autocuidado.

Com cerca de 35 mil seguidores em uma rede social, Ana Luiza realizava ações de publicidade para marcas de cosméticos e produtos de suplementação. O crescimento da audiência ajudou a ampliar sua presença no mercado de moda e beleza.

Além da atuação como influenciadora, ela também trabalhava como maquiadora profissional e psicóloga.

Entre os posts mais frequentes estavam imagens de viagens, ensaios fotográficos, rotina de exercícios físicos e cuidados estéticos. As publicações recebiam comentários de seguidores e reforçavam sua imagem ligada ao bem-estar e à beleza.

Após a divulgação do caso envolvendo a morte da jovem, internautas passaram a acessar o perfil de Ana Luiza e compartilhar mensagens de pesar. O nome dela rapidamente ganhou destaque nas buscas e redes sociais.

Ana Luiza Mateus morreu após uma queda do 13º andar de um prédio na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio. O namorado da vítima foi preso em flagrante por suspeita de feminicídio, mas morreu horas depois dentro da cela da Delegacia de Homicídios.

Segundo a Polícia Militar, Ana Luiza foi encontrada sem vida por volta das 5h30. Vizinhos relataram aos agentes que o casal passou a noite e a madrugada discutindo no apartamento.

O suspeito, identificado como Endreo Lincoln Ferreira da Cunha, de 32 anos, foi detido no local. Conforme a investigação, ele teria apresentado inicialmente a identidade do irmão no momento da prisão.

Horas após ser levado para a Delegacia de Homicídios da Capital, Endreo foi encontrado morto na cela. O local passou por perícia técnica, e as circunstâncias da morte também serão apuradas.

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