A indicação do bolsonarista Nikolas Ferreira para presidir a Comissão de Educação da Câmara dos Deputados levou a um compromisso informal do PL com o Psol.
Segundo informações do colunista Guilherme Amado, do Metrópoles, Tarcísio Motta, do Psol do Rio de Janeiro, ouvia uma conversa de Domingos Sávio, do PL de Minas Gerais, sobre a indicação de Nikolas. Motta e Sávio, então, iniciaram um acalorado debate sobre o comprometimento de Nikolas com os objetivos da comissão.
Coube a Sóstenes Cavalcante, do PL do Rio de Janeiro, colocar panos quentes e garantir a Motta que Nikolas manterá os canais de diálogo abertos com a esquerda e distribuirá as relatorias de projetos sem priorizar questões ideológicas.
Motta perguntou a Cavalcante se ele dava a palavra do partido sobre o assunto. O bolsonarista assentiu e assegurou que Nikolas será chamado atenção se não seguir o combinado.
Tudo terminou em piada e com risadas de ambas as partes. Cavalcante disse a Motta que o psolista e Nikolas ainda seriam amigos. “Tudo tem limite”, rebateu Motta, antes de se despedir do colega.





