Projeto ‘Favela no Mapa’ prevê que moradores atuem em parceria com recenseadores para melhorar o índice de resposta ao Censo 2022

Uma ação da Central Única das Favelas (Cufa), do Data Favela e do Instituto Nacional de Geografia e Estatística (IBGE) busca aumentar o índice de respostas ao Censo 2022 nas comunidades. Moradores das favelas vão atuar como “guias” dos recenseadores. A parceria “Favela no Mapa” terá a primeira mobilização no sábado (25), no Rio de…

Uma ação da Central Única das Favelas (Cufa), do Data Favela e do Instituto Nacional de Geografia e Estatística (IBGE) busca aumentar o índice de respostas ao Censo 2022 nas comunidades. Moradores das favelas vão atuar como “guias” dos recenseadores.

A parceria “Favela no Mapa” terá a primeira mobilização no sábado (25), no Rio de Janeiro e em São Paulo. A ideia é que a iniciativa também aconteça em outras partes do país.

Dados preliminares do Censo 2022 mostram que 9% dos moradores de favelas do Rio não responderam aos recenseadores. Assim, moradores das comunidades ajudarão no convencimento de quem vive nestas áreas.

“Vamos entrar junto com o IBGE em algumas favelas do Rio de Janeiro e do Brasil, como guias dos recenseadores, para que a gente consiga aumentar nosso número de respostas e faça ainda melhor a capacidade de reunir essas informações para que a gente crie novas políticas públicas para nossas favelas do Rio de Janeiro”, afirmou Marcus Vinícius Athayde, diretor do Data Favela.

De acordo com os dados da prévia do Censo, a cidade do Rio tem três comunidades entre as que possuem maior número de domicílios no país: Rocinha, Rio das Pedras e Jacarezinho. Juntas, as comunidades contam com 70.664 domicílios. Os números, como são preliminares, podem passar por revisão.

Com inormações do G1.

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