Projeto da Fiocruz em parceria com Alerj lança edital voltado para a saúde nas comunidades do Rio

O Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro, uma parceria da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) com a Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), lançou mais uma ação voltada para a saúde das comunidades carentes cariocas. Na quarta-feira (20/12), o órgão abriu uma chamada pública no valor de R$ 5,5 milhões para investimento no…

O Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro, uma parceria da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) com a Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), lançou mais uma ação voltada para a saúde das comunidades carentes cariocas. Na quarta-feira (20/12), o órgão abriu uma chamada pública no valor de R$ 5,5 milhões para investimento no setor.

O edital financiará projetos de até R$ 100 mil realizados por organizações sociais que atuem, preferencialmente, em rede.A expectativa é que em 2024 pelo menos 55 programas sejam realizados a partir da chamada pública. Também fazem parte do plano integrado, criado durante a pandemia de Covid-19, universidades e empresas privadas.

Em 2021, a Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) chegou a doar R$ 20 milhões à Fiocruz para o fomento à pesquisa no enfrentamento à pandemia. A iniciativa das duas instituições também visava ajudar famílias em territórios vulneráveis durante a emergência sanitária, além de contribuir com o Sistema Único de Saúde (SUS).

“A iniciativa reafirma o compromisso da Alerj, por intermédio do presidente Rodrigo Bacellar, com diversas ações que pretendem contribuir com o sistema público de saúde do estado, priorizando a conscientização sobre direitos, a garantia de acesso a serviços de qualidade e a educação para a saúde”, disse o deputado Tande Vieira (PP), presidente da Comissão de Saúde da Alerj.

Segundo o coordenador executivo do plano, Richarlls Martins, a ideia da chamada pública é incentivar projetos que articulem o direito à saúde a outros direitos, entre eles ações de segurança alimentar e nutricional, de comunicação e informação em saúde, de ampliação do direito ao saneamento básico, de educação e promoção da saúde nas escolas.

“É um conjunto de ações que pensa a saúde de forma integral, não entendendo apenas como um sinônimo de doença. Isso se dá a partir das múltiplas relações e políticas que compõem o ambiente social. A medida se propõe a promover e apoiar iniciativas que pensem a promoção do direito humano à saúde de forma articulada com outros direitos”, avaliou.

Entre as ações feitas pelo plano até agora estão a construção de cozinhas comunitárias, distribuição de cestas básicas, atividades de reforço escolar, treinamento profissional, formação de grupos terapêuticos, projetos para o desenvolvimento da agroecologia e iniciativas de comunicação. Desde 2020, o projeto já realizou ações em favelas da capital fluminense, além de outros 17 municípios da região metropolitana e interior do estado.

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