Após mais de uma semana sem notícias sobre o paradeiro do professor universitário Antônio Petraglia, de 70 anos, a família montou uma força-tarefa para ampliar as buscas pelas ruas do Rio, depois de receber informações de que ele teria sido visto na Lapa, no Centro do Rio.
Além de ex-alunos e amigos, o grupo também com o apoio de Loba, uma cadela farejadora contratada pela família para auxiliar na procura.

Segundo os parentes, há relatos consistentes de avistamentos do professor em diferentes pontos da cidade, principalmente na Lapa, na Glória e no Centro. Moradores informaram ter visto Petraglia entre oito e nove vezes desde o início das buscas, com descrições consideradas precisas.
“Uma das pessoas que o viu, além de confirmar a identificação visual, nos destacou que ele estava querendo se barbear. Esse é um relato muito íntimo do Antonio, que sempre se importou com a barba dele e estava recentemente apegado a ideia de se barbear”, contou um amigo próximo da família.
Bombeiros mantêm buscas
Os bombeiros começaram a procurar o professor no mesmo dia do desaparecimento, em 12 de outubro, e desde então usaram todos os recursos disponíveis por terra, ar e mar. Após sete dias de buscas, os militares constataram que Antonio Petraglia não se encontrava na mata do Parque da Pista Claudio Coutinho, nem no mar.
Em nota, a corporação informou que as buscas continuam na região da Urca e que todas as possibilidades estão sendo consideradas.
Família reúne força-tarefa
Diante disso, a família e os voluntários decidiram concentrar os esforços na região central, especialmente na Lapa. Eles também pedem a colaboração de condomínios e estabelecimentos que disponham de câmeras de segurança, para ajudar na identificação dos deslocamentos do professor.
“Contamos com a dedicação fundamental dos condomínios e estabelecimentos que tenham câmeras nas regiões do Centro e Zona Sul do Rio, em especial da Lapa, Centro e Glória, que foram os últimos locais que ele teria sido avistado, além dos órgãos responsáveis, para viabilizar a análise das imagens de câmera”, reforçou o amigo.
Apoio nas redes sociais
Além das buscas de campo, os familiares criaram um perfil nas redes sociais chamado “Vamos Achar Antonio”, onde compartilham atualizações, pontos de avistamento e contatos para quem puder fornecer informações.
As equipes de busca continuam concentradas nas áreas onde ele foi visto e pedem que qualquer pessoa com informações entre em contato imediatamente para ajudar a localizar o professor.
*Estagiária sob supervisão de Thiago Antunes






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