O presidente do PSB, Carlos Siqueira, disse que as vaias contra o presidente nacional do Solidariedade, deputado federal Paulinho da Força, registradas na semana passada, durante um evento promovido por centrais sindicais que contou com as presenças do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do candidato a vice na chapa do petista, Geraldo Alckmin (PSB), deve servir de alerta para o PT e seus aliados.
“Não é recomendável tratar aliados dessa forma. Precisamos atrair forças e não dispensá-las”, disse Siqueira ao site O Antagonista.
O Solidariedade pretendia formalizar apoio a Lula no dia 3 de maio, quatro dias antes do lançamento oficial da chapa com Alckmin, mas acabou suspendendo o evento por causa das vaias, disse Paulinho da Força.
“É importante ter a compreensão clara da necessidade de ampliar forças. O Paulinho é muito experiente, sabe que esse tipo de coisa se deve a setores mais radicalizados. Mas é preciso que as lideranças exerçam seu papel de convencimento da necessidade de ampliar as forças”, ressaltou Siqueira.
“Somos defensores de uma frente ampla. Não estamos discutindo direita ou esquerda, mas, sim, democracia e autoritarismo. Se as pessoas [Lula e aliados] não tiverem essa compreensão clara, as coisas vão ficar bastante difíceis. Se não trouxer o centro, a situação se agrava”, completou.






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