Presidente da CPI das Pirâmides pede condução coercitiva de Ronaldinho Gaúcho para prestar depoimento

Após o ex-jogador Ronaldinho Gaúcho ter sido convocado duas vezes para depor na CPI das Pirâmides Financeiras e faltado, o presidente da CPI, deputado Áureo Ribeiro (Solidariedade-RJ) enviou ofício à Justiça Federal do Rio de Janeiro pedindo a condução coercitiva do ex-jogador para o depoimento à comissão. O deputado pediu ainda a determinação de que…

Após o ex-jogador Ronaldinho Gaúcho ter sido convocado duas vezes para depor na CPI das Pirâmides Financeiras e faltado, o presidente da CPI, deputado Áureo Ribeiro (Solidariedade-RJ) enviou ofício à Justiça Federal do Rio de Janeiro pedindo a condução coercitiva do ex-jogador para o depoimento à comissão. O deputado pediu ainda a determinação de que Ronaldinho seja impedido de sair do país.

No documento, Áureo destacou que a decretação da ordem é necessária porque está prevista a saída de Ronaldinho do Brasil nesta sexta-feira.

“A oitiva da testemunha Ronaldo de Assis Moreira é imprescindível para a continuidade dos trabalhos investigatórios desta Comissão”, afirmou o deputado.

Nesta quinta-feira, o irmão de Ronaldinho, Assis, prestou depoimento à comissão. Os dois são investigados por ligação com uma empresa que é apontada como uma pirâmide financeira. O depoimento dos dois estava previsto para terça-feira passada, mas ambos faltaram. Apesar de estar convocado para depor, Ronaldinho não apareceu novamente.

“Somam-se, assim, duas ausências às oitivas designadas por esta Comissão Parlamentar de Inquérito sem justificativa plausível, e a certeza de uma terceira ausência injustificada, uma vez que o seu próprio advogado informou que ele deixaria o país no dia 25 de agosto”, afirmou.

Mais cedo, durante a sessão em que os deputados ouviram Assis, o deputado Áureo Ribeiro comunicou aos integrantes da comissão que pediria a condução coercitiva do antigo craque da Seleção.

– Novamente intimado, em contato com seu advogado que está presente, confirmou a participação na data de hoje. Contudo, apresentou uma justificativa, mas não compareceu novamente a essa reunião. Diante disso não resta outra alternativa que não seja requerer ao juízo competente, nos termos legais, a condução coercitiva da testemunha a esta comissão – disse o deputado.

Com informações de O Globo.

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