A petulância e a prepotência do procurador Delan Dallagnol ultrapassaram todos os limites, com ações, agora reveladas, que comprovam a acusação de que a Lava Jato operava como um poder paralelo, acima das instituições da República. Dallagnol tentou usar a imprensa para coagir não só o ministro Gilmar Mendes, opositor declarado dos exageros da operação, mas também a Ministra Rosa Weber.
Segundo o portal Conjur, em dado momento, um dos procuradores da operação se mostra contrariado porque o ex-presidente Lula iria despachar com a ministra Rosa Weber (o que jamais aconteceu). Mas o procurador diz haver “mensagens nesse sentido”. O problema, diz Roberson Henrique Pozzebon, é que a ministra “não tem a menor noção do caso”. Suscita-se acionar o procurador-Geral da República, o que é descartado com uma arma muito melhor para “neutralizar” o inimigo: o juiz Sergio Moro, que fora assessor da ministra no STF. “A simples publicidade vai colocá-la na parede”, arremata Deltan.
Aludindo fantasias sem informar fonte, o procurador Ângelo Villela inventa frases atribuídas ao ministro Ricardo Lewandowski, como a de que seu colega Luiz Fux “tem um guaxinim na cabeça”. Para Villela, “esse Lewandowski não é nada”. E o nível cai, quando João Carlos de Carvalho Rocha faz piada sem graça e intolerável sobre a vida pessoal da ministra Cármen Lúcia.
Prepotente, Deltan tentou usar a imprensa para coagir a Ministra Rosa Weber
A petulância e a prepotência do procurador Delan Dallagnol ultrapassaram todos os limites, com ações, agora reveladas, que comprovam a acusação de que a Lava Jato operava como um poder paralelo, acima das instituições da República. Dallagnol tentou usar a imprensa para coagir não só o ministro Gilmar Mendes, opositor declarado dos exageros da operação,…






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