A Polícia Civil vai ouvir Aluisio da Silva Filho, apontado como chefe da equipe de segurança clandestina envolvida na agressão que matou Cláudio Rafael Landeiro, de 37 anos, em Copacabana, Zona Sul do Rio.
O depoimento será colhido pela 12ª DP (Copacabana), que investiga o caso. Na terça-feira (25), cinco pessoas prestaram depoimento, incluindo os donos de um bar, um restaurante e uma farmácia. Segundo a investigação, os comerciantes teriam recorrido de maneira irregular aos serviços dos seguranças Davi Santos Machado e Jorge Luiz Ricardo Dias, ambos presos.
Essas pessoas não são apontados como participantes diretas das agressões, mas entraram na mira da polícia para que seja esclarecido como funcionava a contratação e a atuação da segurança clandestina em Copacabana.
Quatro presos
A investigação já levou à prisão de quatro suspeitos: os seguranças Davi e Jorge; e os entregadores Felipe Eduardo dos Santos Silva e Ailton José da Silva. Eles vão responder por homicídio triplamente qualificado.
Jorge aparece nas imagens carregando um pedaço de madeira e levando a bicicleta. Felipe, de 23 anos, e Ailton trabalham como entregadores e também foram identificados nas gravações das agressões. Felipe se apresentou à polícia na quinta-feira (21).
Davi apresentou versões diferentes durante os depoimentos prestados à Polícia Civil. Inicialmente, afirmou que havia dado apenas um soco em Cláudio e atribuiu o restante das agressões aos entregadores. Depois, confessou ter participado do espancamento e admitiu ter dado socos e chutes na vítima, além de utilizar um cacetete.







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