Polícia não encontra sinais de violência em corpos de mãe e filha mortas no Rio

Exames complementares serão realizados pela perícia tentar descobrir as causas das mortes

A Polícia Civil informou que não constatou sinais de violência nos corpos da influenciadora catarinense Lidiane Aline Lourenço, de 33 anos, e de sua filha, Miana Sophya Santos, de 15, encontradas mortas na última sexta-feira (9) no apartamento onde moravam, na Barra da Tijuca, Zona Sudoeste do Rio.

Segundo a 16ª Delegacia de Polícia (Barra da Tijuca), mãe e filha não eram vistas havia cerca de cinco dias. A perícia esteve no local e realizou os primeiros levantamentos. “Os corpos foram necropsiados, porém não foi possível, até o momento, apontar a causa da morte. Exames complementares serão realizados”, informou a Polícia Civil, em nota.

De acordo com vizinhos, um forte cheiro vindo do apartamento no 11º andar chamou atenção na noite de sexta-feira. O Corpo de Bombeiros e a Polícia Militar foram acionados e precisaram arrombar a porta. As duas foram encontradas sem vida — a adolescente estava na sala e a mãe, em um dos quartos.

Natural de Santa Cecília (SC), Lidiane havia se mudado para o Rio de Janeiro há alguns anos, onde trabalhava como modelo e cursava Medicina. Sua filha, Miana, estudava na Escola de Educação Básica Irmã Irene, em Santa Cecília, antes de se mudar para viver com a mãe.

Os corpos foram trasladados para Santa Cecília, onde o velório ocorreu na Capela Municipal e o sepultamento foi realizado no domingo (12), no Cemitério Municipal. O clima foi de comoção na cidade catarinense, onde mãe e filha eram bastante conhecidas.

Nas redes sociais, amigos e familiares lamentaram a tragédia e pediram por respostas. “Era uma pessoa maravilhosa, cheia de sonhos. Ninguém entende o que aconteceu”, escreveu uma amiga de Lidiane.

A Polícia Civil do Rio informou que as investigações seguem em sigilo e que novas informações serão divulgadas conforme o avanço da apuração.

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