Os policiais militares do Rio começam amanhã, dia 31, a usar as câmeras portáteis que, presas ao uniforme, perto do ombro, filmarão todas as suas abordagens e ações. O procedimento inicia por Copacabana, na operação policial do réeveillon.
Na noite da virada, 160 agentes do 19º BPM (Copacabana) e da Operação Lei Seca portarão o mecanismo que filma por até 12 horas e não pode ser interrompido. Será uma espécie de laboratório ou teste, que ao longo de 2022 irá para outros batalhões do estado.
As imagens são monitoradas pelo Centro Integrado de Comando e Controle (CICC), na Cidade Nova. Para a PM, os equipamentos “coibirão condutas delituosas e darão legitimidade às ações policiais”. O objetivo é a inibir o uso desnecessário u desproporcional da força pelos agentes durante as abordagens.
No começo do mês, o governo do estado alugou câmeras que serão usadas nos uniformes de agentes de 13 órgãos, como Polícia Militar, Polícia Civil e Corpo de Bombeiros. Os equipamentos já começaram a chegar e serão usados, por exemplo, para gravação das interpelações e, principalmente, nas operações policiais em todo o estado.
São 21.571 unidades. Parte dos aparelhos já começam a gravar a partir da tarde desta sexta-feira. Ao todo, 18.045 policiais militares vão atuar na virada. A paisagem da Zona Sul no dia 31 também terá a presença de policiais militares a cavalo, sendo que só em Copacabana haverá 2.482.






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