Enquanto vereadores do Psol acompanham o processo de cassação do deputado federal Glauber Braga, o Partido Novo pode promover o encontro entre correligionários do parlamentar e o pivô do processo, e, ainda por cima, fazê-los trabalhar juntos na Câmara do Rio. Gabriel Costenaro, que foi expulso da Câmara Federal após ser chutado por Glauber, é o primeiro suplente da bancada do Novo na Casa.
A mudança pode ocorrer, definitivamente, a partir de 2027 até o fim do mandato, caso o atual titular da cadeira do Novo, Pedro Duarte, seja eleito a um outro cargo em 2026. Duarte, por sinal, está liberado pelo regulamento do partido para concorrer ao próximo pleito sem perda do atual posto, já que foi reeleito no cargo.
Duarte ainda deverá deixar o Palácio Pedro Ernesto como titular ao fim de 2028, segundo o estatuto partidário, pois há impedimento na legenda de tentar uma segunda reeleição. Atualmente, o nome do polêmico suplente é primeiro da fila, pois Costenaro teve mais de 12 mil votos nas eleições de 2024.
Nesta terça-feira (29), Glauber terá o caso avaliado pela Comissão de Constituição de Justiça do Congresso Nacional, que emitirá parecer sobre a cassação. Caso saia, Glauber abre espaço para Heloisa Helena, a primeira suplente, sem folga para nenhum atual integrante da Cinelândia.
Acredita-se que vereadores cariocas do Psol também devam tentar um voo mais alto, seja no Legislativo estadual ou federal, um deles é o estreante Rick Azevedo, que está assumidamente focado em Brasília, para se lançar a deputado federal no ano seguinte à posse.





