Um dos tripulantes do caça americano abatido em território iraniano foi resgatado com vida pelas forças dos Estados Unidos, enquanto militares intensificam as buscas pelo segundo ocupante da aeronave, ainda desaparecido. As informações foram divulgadas por veículos da imprensa internacional nesta sexta-feira (3), com base em relatos de fontes ligadas à operação.
De acordo com o site Axios e a emissora CBS News, o resgate do primeiro tripulante foi realizado por forças especiais em uma ação considerada complexa devido ao ambiente hostil. O outro militar, no entanto, segue sendo procurado, sem confirmação oficial sobre seu estado de saúde.
Operação de resgate em área de risco
A aeronave envolvida é um caça F-15E, que transporta dois tripulantes: o piloto e o oficial de sistemas de armas. Após a ejeção, ambos ficaram em território inimigo, o que acionou imediatamente protocolos de busca e salvamento das forças americanas.
Especialistas explicam que, nesse tipo de situação, os militares treinam para se ocultar e evitar captura enquanto tentam se comunicar com equipes de resgate. Para isso, contam com equipamentos como balizas de localização por rádio e GPS, que permitem o rastreamento em tempo real.
Irã mobiliza forças e convoca população
Enquanto os EUA atuam para localizar o segundo tripulante, autoridades iranianas também iniciaram buscas na região onde a aeronave caiu. A agência de notícias Fars informou que forças militares foram mobilizadas logo após o incidente.
Em uma medida que aumenta a tensão, a polícia iraniana convocou civis a ajudarem na captura dos militares, prometendo recompensas. Em comunicado exibido na televisão estatal, foi informado que quem entregar o piloto ou pilotos às autoridades receberá pagamento.
Tensão agrava cenário de buscas
O episódio ocorre em meio à guerra entre Irã, Estados Unidos e Israel, iniciada em 28 de fevereiro, o que torna a operação ainda mais delicada. A presença de forças inimigas na região eleva os riscos tanto para o tripulante desaparecido quanto para as equipes de resgate.
A Casa Branca confirmou que o presidente Donald Trump foi informado sobre o caso, mas o Comando Central dos Estados Unidos (Centcom) ainda não se pronunciou oficialmente.






Deixe um comentário