PGR abre investigação sobre acusação de rachadinha feita a Bolsonaro por sua ex-cunhada: morava em Resende, recebia no DF e devolvia o salário ao chefe

247 – No dia da recondução de Augusto Aras ao comando da procuradoria-geral da República, o portal UOL noticia que a PGR abriu duas investigações criminais para apurar o esquema de corrupção da rachadinha (desvio de salários de servidores) no gabinete de Jair Bolsonaro, quando deputado federal. “A PGR abriu duas investigações preliminares para apurar…

247 – No dia da recondução de Augusto Aras ao comando da procuradoria-geral da República, o portal UOL noticia que a PGR abriu duas investigações criminais para apurar o esquema de corrupção da rachadinha (desvio de salários de servidores) no gabinete de Jair Bolsonaro, quando deputado federal. “A PGR abriu duas investigações preliminares para apurar as informações relatadas pela fisiculturista Andrea Siqueira Valle, ex-cunhada do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Ela é irmã de Ana Cristina Siqueira Valle, segunda mulher do presidente, e foi funcionária fantasma dos gabinetes da família Bolsonaro por 20 anos, entre 1998 e 2018”.

Andrea contou que devolvia 90% de seu salário. Andrea constou como assessora de Bolsonaro na Câmara dos Deputados entre 1998 e 2006. Ela, porém, sempre morou em Resende, cidade do Sul do Rio de Janeiro, e era conhecida por trabalhar em serviços temporários e faxinas. Andrea também contou que um irmão dela foi exonerado por Bolsonaro por se recusar a entregar a maior parte do salário quando era assessor do então deputado federal, informa a jornalista Juliana dal Piva.

Segundo a PGR, os fatos relatados nas gravações são “objeto de duas notícias de fato (investigações preliminares)”. Uma dessas apurações tramita na PGR (Procuradoria-Geral da República ) e a outra na PRDF (Procuradoria da República no Distrito Federal).

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