A 19ª fase da Operação Lesa Pátria foi deflagrada pela Polícia Federal (PF) na manhã desta quarta-feira (25/10). Dessa vez, são 12 pessoas investigadas, sendo cinco prisões preventivas e 13 mandados de busca e apreensão expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
A operação ocorre em Mato Grosso, São Paulo, Rio de Janeiro e Distrito Federal, sendo Léo Índio — que se descreve nas redes como sobrinho de Bolsonaro — um dos alvos, segundo apurou a TV Globo.
Ainda nas horas seguintes aos atos de vandalismo em Brasília, em janeiro, Léo Índio publicou imagens em uma rede social em cima do Congresso Nacional e próximo ao Supremo Tribunal Federal (STF).
Em uma das postagens, ele aparece com os olhos vermelhos, segundo ele devido ao gás lacrimogêneo usado pela Polícia Militar.
Em outro post, após a repercussão e em um ambiente que não parece ser a área central de Brasília, ele escreveu: “Muitos feridos, muitos socorridos. Patriotas não cometem vandalismo”.
Léo Índio foi candidato pelo PL à Câmara Legislativa do Distrito Federal em 2022, mas não foi eleito. Ele também atuou como assessor do senador Chico Rodrigues (União-RR).
Os investigados estão espalhados pelo país, nas cidades de Cuiabá (MT), Cáceres (MT), Santos (SP), São Gonçalo (RJ) e em Brasília (DF). Os possíveis crimes são de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado, associação criminosa, incitação ao crime, destruição e deterioração ou inutilização de bem especialmente protegido e crimes da lei de terrorismo.
O objetivo da operação é apurar os envolvidos de incitar, participar, fomentaram os fatos ocorridos em 8 de janeiro deste ano, quando o Palácio do Planalto, o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal foram invadidos por indivíduos que promoveram violência e dano generalizado contra os imóveis, móveis e objetos daquelas instituições.
Com informações do Metrópoles e g1.





