Petrobras confirma rompimento de duas amarras em plataforma na Bacia de Campos, mas afasta risco a pessoas e ao meio ambiente  

O Sindicato dos Petroleiros do Norte Fluminense (Sindipetro-NF) informou o rompimento de duas amarras, estruturas responsáveis por garantir a estabilidade de plataformas offshore, durante auditoria realizada nesta sexta-feira pela Agência Nacional de Petróleo e Biocombustíveis (ANP) e confirmada pela Petrobras. As amarras são da plataforma P-31, localizada na Bacia de Campos. As atividades foram suspensas…

O Sindicato dos Petroleiros do Norte Fluminense (Sindipetro-NF) informou o rompimento de duas amarras, estruturas responsáveis por garantir a estabilidade de plataformas offshore, durante auditoria realizada nesta sexta-feira pela Agência Nacional de Petróleo e Biocombustíveis (ANP) e confirmada pela Petrobras. As amarras são da plataforma P-31, localizada na Bacia de Campos.

As atividades foram suspensas e os tripulantes teriam sido obrigados a desembarcar, a pedido dos auditores da ANP, por questões de segurança.

O rompimento de amarras, nesse nível da cadeia, pode comprometer toda a cadeia de produção — apesar de estar com as atividades suspensas, a P-31 é conectada a outras unidades, que poderiam ser afetadas.

“Tivemos a informação de duas amarras rompidas e de condições de mar adversas. Ontem o balanço estava grande a ponto de não possibilitar pousos e decolagem na unidade. Neste nível de amarras rompidas pode haver risco de rompimento em cadeia. A unidade se encontra com a produção parada, contudo ela é conectada a outras unidades, com passagem de fluxo de hidrocarbonetos”, detalha o coordenador do Departamento de Saúde do Sindipetro-NF, Alexandre Vieira, em nota do sindicato.

A Petrobras informou que, apesar dos rompimentos, a plataforma segue dentro dos parâmetros de segurança previstos em projeto, mas todos os órgãos fiscalizadores foram comunicados e todas as medidas cabíveis para o reparo estão sendo tomadas. Segundo a estatal, a P-31 “encontra-se estável e em segurança, sem oferecer risco às pessoas e ao meio ambiente”.

Ainda segundo a estatal, a unidade, que ainda é estabilizada por outras seis amarras, passa por monitoramento constante sobre a movimentação por técnicos da petroleira.

Com informações de O Globo.

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