Pesquisa Quaest: em SP, 33% afirmam que podem mudar de candidato; entre estes, 35% só decidirão na hora de votar

A pesquisa, realizada entre 27 e 29 de setembro, entrevistou 1.800 pessoas acima de 16 anos de forma presencial; a margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos

Pesquisa Quaest divulgada na segunda-feira (30) sobre a eleição municipal da capital paulista mostra que 66% dos eleitores já escolheram de forma definitiva o candidato a prefeito. Outros 33% afirmam que ainda podem mudar o voto.

Veja os números:

  • Escolha é definitiva — 66% (eram 61% em 24/9)
  • Pode mudar — 33% (eram 38%)
  • Não sabe/não respondeu — 1% (era 1%)

Considerando-se os eleitores que ainda podem mudar de candidato, 43% afirmaram que tomarão a decisão definitiva nos próximos dias. Outros 35%, porém, só vão se decidir na hora de ir votar. E 17%, na véspera da eleição.

Entre quem declara voto em Guilherme Boulos (PSOL), 78% dizem que a escolha do candidato é definitiva, enquanto 71% dos eleitores de Pablo Marçal (PRTB) afirmaram o mesmo, assim como 65% dos que dizem votar em Ricardo Nunes (MDB).

A pesquisa, realizada entre 27 e 29 de setembro, entrevistou 1.800 pessoas acima de 16 anos de forma presencial. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. Levantamento foi encomendado pela TV Globo e registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo SP-01233/2024. O nível de confiança é de 95%.

Intenção de voto

Pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira (30) mostra Ricardo Nunes (MDB) com 24%, Guilherme Boulos (PSOL) com 23% e Pablo Marçal (PRTB) com 21%, e seguem em empate técnico triplo na liderança da disputa pela Prefeitura de São Paulo.

Em comparação com a pesquisa de 24 de setembro, Nunes oscilou negativamente um ponto percentual, de 25% para 24%, Boulos manteve os 23%, e Marçal oscilou positivamente um ponto, de 20% para 21%

Tabata Amaral (PSB) foi de 8% para 11%, e Datena manteve os 6%.

A pesquisa, realizada entre 27 e 29 de setembro, entrevistou 1.800 pessoas acima de 16 anos de forma presencial. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. Levantamento foi encomendado pela TV Globo e registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo SP-01233/2024. O nível de confiança é de 95%.

Veja os números:

  • Ricardo Nunes (MDB): 24% (eram 25% na pesquisa do dia 24 de setembro)
  • Guilherme Boulos (PSOL): 23% (eram 23%)
  • Pablo Marçal (PRTB): 21% (eram 20%)
  • Tabata Amaral (PSB): 11% (eram 8%)
  • José Luiz Datena (PSDB): 6% (eram 6%)
  • Marina Helena (Novo): 2% (eram 2%)
  • Bebeto Haddad (Democracia Cristã): 0% (era 0%)
  • João Pimenta (PCO): 0% (era 0%)
  • Ricardo Senese (Unidade Popular): 0% (era 0%)
  • Altino Prazeres (PSTU): 0% (não pontuou)
  • Indecisos: 6% (eram 7%)
  • Branco/nulo/não vai votar: 8% (eram 9%)

Espontânea

Na pesquisa espontânea (em que os nomes dos candidatos não são apresentados aos entrevistados) os números são os seguintes:

  • Boulos (PSOL): 17% (eram 16%)
  • Marçal (PRTB): 14% (eram 14%)
  • Nunes (MDB): 14% (eram 14%)
  • Tabata (PSB): 4% (eram 4%)
  • Datena (PSDB): 1% (era 1%)
  • Marina Helena (Novo): 1%
  • Indecisos: 45% (eram 46%)
  • Branco, nulo ou não vai votar: 4% (eram 4%)

Segundo turno

Nunes (MDB), candidato à reeleição, e Guilherme Boulos (PSOL) venceriam Pablo Marçal no segundo turno.

Nunes x Boulos

  • Ricardo Nunes (MDB): 49% (eram 49%)
  • Guilherme Boulos (PSOL): 33% (eram 32%)
  • Nulos e brancos: 14% (eram 15%)
  • Indecisos: 4% (eram 4%)

Nunes x Marçal

  • Ricardo Nunes (MDB): 53% (eram 52%)
  • Pablo Marçal (PRTB): 26% (eram 25%)
  • Nulos e brancos: 17% (eram 18%)
  • Indecisos: 4% (eram 5%)

Boulos x Marçal

  • Guilherme Boulos (PSOL): 41% (eram 41%)
  • Pablo Marçal (PRTB): 36% (eram 36%)
  • Nulos e brancos: 19% (eram 19%)
  • Indecisos: 4% (eram 4%)

Decisão de voto

Na análise de decisão do voto, quando o entrevistado é perguntado se a escolha apontada no cenário estimulado é definitiva ou ainda pode mudar, 66% dos eleitores diziam que a escolha de voto já é definitiva e 33% afirmam que podem mudar o voto.

Rejeição

Datena (PSDB) aparece como o mais rejeitado, com 68% (eram 68% na pesquisa anterior). Na sequência, estão Pablo Marçal (PRTB), com 52% (eram 50%), Boulos, com 49% (eram 50%), Ricardo Nunes (MDB), com 38% (eram 39%), e Tabata Amaral (PSB), 37% (eram 36 %).

A rejeição de Marçal foi a que mais oscilou para cima entre uma pesquisa e outra.

Para Felipe Nunes, diretor da Quaest, a rejeição de Marçal– que ultrapassou os 50% – está no limite do número considerado impeditivo para que uma candidatura seja competitiva num eventual segundo turno.

Com informações do g1.

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