Peritos da Polícia Federal seguem trabalhando nesta segunda-feira (9) para identificar os golpistas que depredaram ontem as sedes dos Três Poderes da República – o Palácio do Planalto, o Congresso e o Supremo Tribunal Federal (STF).
De acordo com informações do G1, as equipes usam várias técnicas complementares para chegar aos nomes da minoria de bolsonaristas radicais que cometeu os crimes. E que, além da destruição, deixou pistas das identidades durante os atos de terrorismo.
Desde que a situação foi controlada, peritos vêm recolhendo vestígios de DNA, analisando imagens de drones capturadas ainda durante a invasão e analisando postagens nas redes.
Vários golpistas usaram a internet para convocar os atos de terrorismo e fizeram “lives” durante a depredação.
Veja, abaixo, os principais materiais que estão sendo periciados:
câmeras de segurança: peritos vão usar imagens do circuito interno da Câmara, do Senado, do STF e do Planalto;
drones: equipamentos da Polícia Federal sobrevoaram a Esplanada dos Ministérios durante todo o tempo dos ataques para garantir imagens que permitissem identificar os radicais;
vestígios de DNA: o material genético está sendo colhido em itens pessoais deixados para trás, superfícies e armas improvisadas usadas pelos terroristas.
Além da identificação dos suspeitos, os peritos também ajudam no levantamento do dano causado pela minoria de bolsonaristas radicais na Esplanada dos Ministérios.
A lista em elaboração na PF vai materializar as quebras de vidros e portas; os locais onde houve incêndio ou uso de explosivos, e o dano ao patrimônio cultural com o furto e a destruição de obras de arte, por exemplo.





