No terceiro e último dia do julgamento de Daniel Alves em Barcelona (Espanha), nesta quarta-feira (7), um médico forense afirmou que o DNA do ex-jogador foi encontrado dentro do corpo da mulher que o acusa de tê-la estuprado, mas não por meio de sêmen.
Segundo o perito, a amostra de DNA poderia ser esmegma, uma secreção branca e pastosa que contém mais carga genética do que saliva. A amostra foi coletada três horas após o ocorrido. O médico disse que não havia restos de sêmen porque provavelmente não houve ejaculação.
Outro perito, chamado pela defesa, ressaltou a ausência de lesões corporais e vaginais na jovem, que relatou ter sido agredida com tapas e agarramentos no pescoço. O perito disse que isso não descarta a possibilidade de violência, mas também não comprova que houve estupro.
O julgamento de Alves deve terminar com o depoimento do jogador, que foi adiado por dois dias e é aguardado com expectativa. A sentença deve ser anunciada em alguns dias. Antes, serão mostrados os vídeos do circuito interno da boate, que podem conter imagens do momento do suposto crime.





