PSB exige desistência de Haddad, que lidera em São Paulo, e coloca em risco a aliança nacional com o PT

247 – A aliança nacional entre PT e PSB está sendo ameaçada pela pressão imnposta colocada pelos socialistas para que Fernando Haddad, candidato petista que llidera as pesquisas em São Pauo, desista de disputar o Palácio dos Bandeirantes. Segundo o jornal Valor, após reunião na manhã de ontem com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da…

247 – A aliança nacional entre PT e PSB está sendo ameaçada pela pressão imnposta colocada pelos socialistas para que Fernando Haddad, candidato petista que llidera as pesquisas em São Pauo, desista de disputar o Palácio dos Bandeirantes.

Segundo o jornal Valor, após reunião na manhã de ontem com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em São Paulo, o presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, afirmou que o PT não atendeu a nenhuma das demandas encaminhadas pelo partido para consolidação de aliança entre as duas siglas em 2022.

– O PT precisa escolher qual conquista eles querem alcançar nas eleições do ano que vem: se é a Presidência da República, ou se querem disputar os Estados – criticou Siqueira.

– Relação de mão única não é uma boa solução.

Para que a composição da chapa com Alckmin na vice de Lula se consolide, o PSB quer em contrapartida que o PT abra mão da candidatura de Haddad para apoiar Márcio França na disputa eleitoral. Nesta configuração, o petista se candidataria ao Senado. O PSB também almeja apoio petista em Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Espírito Santo e Acre.

No entanto, pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (18) mostra que o ex-prefeito Fernando Haddad (PT) lidera com 28% de intenções de votos para o governo de São Paulo, no cenário sem o ex-governador Geraldo Alckmin (sem partido), que é cotado para ser candidato a vice-presidente na chapa encabeçada pelo ex-presidente Lula. Segundo o Datafolha, sem Alckmin na disputa, Haddad aparece em primeiro, com 28% de intenções de voto. Márcio França (PSB) aparece em segundo, com 19%; Guilherme Boulos (PSOL) vem em terceiro, com 11%; Tarcísio de Freitas (sem partido) em quarto, com 7% e Rodrigo Garcia (PSDB) em quinto, com 6%. Em seguida aparecem Arthur do Val (Patriota), com 3%; Abraham Weintraub (sem partido) e Vinicius Poit (Novo), ambos com 1%. Brancos e nulos, 21% e indecisos, 4%.

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