Palco de desfile das escolas de samba da Zona Norte, Intendente Magalhães vira patrimônio cultural do Estado do Rio

A Assembleia Legislativa do Rio aprovou, nesta quinta-feira (26/10), um projeto de lei que considera como Patrimônio Cultural e Imaterial do Estado do Rio de Janeiro a Estrada Intendente Magalhães, em Campinho, na Zona Norte da cidade do Rio. No Carnaval, o local é usado como passarela para as escolas de samba das séries Prata…

A Assembleia Legislativa do Rio aprovou, nesta quinta-feira (26/10), um projeto de lei que considera como Patrimônio Cultural e Imaterial do Estado do Rio de Janeiro a Estrada Intendente Magalhães, em Campinho, na Zona Norte da cidade do Rio. No Carnaval, o local é usado como passarela para as escolas de samba das séries Prata e Bronze, que sonham um dia chegar a Marquês de Sapucaí.

De acordo com o autor do projeto, deputado Dionísio Lins (PP), a ideia é resguardar e preservar a cultura, a música e a história do samba em um local que sempre foi um verdadeiro “palco” da cidade.

“Há 18 anos que as escolas, para chegarem à elite do Carnaval carioca, precisam passar obrigatoriamente pela Intendente Magalhães, onde arrastam milhares de foliões dos bairros de Madureira, Campinho, Praça Seca e de seu entorno, que lotam as arquibancadas para assistirem o desfile de suas agremiações”, argumenta.

Em 1989, o local passou a realizar os desfiles de Carnaval, juntamente com a Federação dos Blocos. A estrada é, na verdade, uma via que liga os bairros de Madureira até ao Campo dos Afonsos, passando por Campinho, Oswaldo Cruz, Marechal Hermes e Vila Valqueire. Seu nome é em homenagem ao tenente-coronel Carlos José de Azevedo Magalhães, herdeiro das terras onde hoje está a via.

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