O palanque de Lula no Rio de Janeiro está sendo pensado para atrair o voto do eleitorado evangélico. Segundo o vice-presidente nacional do PT, Washington Quaquá, a tendência é que o partido se aproxime de partidos que tragam ao ex-presidente votos de evangélicos que não são bolsonaristas convictos.
A informação é da coluna do jornalista Guilherme Amado, no site Metrópoles.
Quaquá considera, segundo a coluna, que o eleitorado evangélico tem muita resistência a Marcelo Freixo, pré-candidato do PSB ao governo fluminense. Segundo essa avaliação, diz Amado, o apoio de Lula a Freixo, também um quadro da esquerda, prejudicaria o ex-presidente.
“O eleitorado do Freixo o Lula já tem. A gente precisa de um palanque mais amplo para conseguir o eleitorado evangélico, que é muito importante no Rio de Janeiro”, disse Quaquá, segundo ainda as informações da coluna.
O vice-presidente nacional da sigla afirma, segundo Amado, que o PT deve fechar uma aliança com o PSD de Eduardo Paes, que hoje tem Felipe Santa Cruz como pré-candidato ao governo do Rio.
No Rio, contudo, o PSD de Paes está aliado, por enquanto, ao PDT de Ciro Gomes, que tem Rodrigo Neves como pré-candidato.
“Lula não pode perder o cabo eleitoral que o Eduardo Paes representa no estado. Ele é o principal puxador de votos do Rio hoje”, disse Quaquá.
Apesar de Lula ter acenado com o apoio à candidatura de Marcelo Freixo, do PSB, Quaquá considera, segundo a coluna, que o quadro não deve ficar assim.






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