O pai da brasileira Juliana Marins, desaparecida desde sábado (21) após cair durante uma trilha no Monte Rinjani, na Indonésia, embarcou na manhã desta terça-feira (24) para o país asiático. Manoel Marins publicou um vídeo antes do voo, por volta das 6h30, pedindo apoio e orações pelo resgate da filha.
“Estamos embarcando agora para Bali, prestes a entrar no avião. São praticamente 10 horas de voo daqui até lá. Quero pedir que vocês sigam orando pelo resgate da Juliana, que ela esteja bem e possa voltar conosco para o Brasil. Sã e salva. Obrigada por tudo”, disse.
Manoel partiu de Lisboa, em Portugal, com destino a Bali. No entanto, o voo sofreu atrasos devido ao fechamento do espaço aéreo do Catar devido aos ataques no Oriente Médio, o que prolongou ainda mais a viagem até a Indonésia.
O Parque Nacional de Rinjani suspendeu temporariamente o acesso de turistas às trilhas do Monte Rinjani para concentrar os esforços no resgate da brasileira.
A operação de resgate mobiliza seis equipes e mantém dois helicópteros de prontidão, prontos para decolar assim que as condições climáticas permitirem. Dois alpinistas experientes se juntaram à equipe e tentam resgatar a jovem.
As equipes já desceram cerca de 400 metros, mas novas imagens de drones mostraram que Juliana voltou a escorregar e está a mais de 650 metros de distância da posição anterior, em um terreno rochoso e instável.
Relembre o caso
Juliana é natural de Niterói, no Rio de Janeiro, e estava em um mochilão pela Ásia quando o acidente aconteceu. Ela fazia uma trilha no vulcão Rinjani, um dos pontos turísticos mais populares da Indonésia, quando caiu em um precipício, na madrugada de sábado (21), no horário local — ainda sexta-feira (20) no Brasil.
O guia que acompanhava Juliana disse que ela não foi abandonada e que somente tinha parado para descansar. Ele garante que estava há 3 minutos do local onde ela descansava e chamou a equipe de resgate assim que ouviu os gritos de socorro.





