Pai de Henry, menino morto por padrasto, volta à delegacia que investigou o caso

Agora vereador do Rio, Leniel Borel (PP) retorna à DH para parabenizar pela prisão de acusado de assassinar enteada no Complexo do Chapadão

Pai de Henry Borel, morto em 2021 por espancamento cometido pelo padrasto, o então vereador Dr. Jairinho, Leniel Borel reviveu a emoção ao saber de outro crime similar cometido contra uma criança de quatro anos, mesmo idade de Henry na época do assassinato.

Mas, desta vez, decidiu ir à Delegacia de Homicídios, distrital que investigou e prendeu Jairinho e a mãe de Henry, Monique, para parabenizar os agentes pela prisão do padrasto que tirou a vida da menina Marina, no Complexo do Chapadão, na zona norte do Rio.

A ação aconteceu, por coincidência, na véspera do aniversário de Henry, dia 3, quando a vítima completaria nove anos como ainda marca o início da campanha abraçada por Leniel na Câmara do Rio, onde é vereador de primeiro mandato: ‘Maio Laranja’, de conscientização e combate ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes no Brasil.

“Espero agora que a Justiça faça a parte dela”, desabafa o parlamentar, que, nesta segunda-feira (5), entrega a Medalha Chiquinha Gonzaga à ex-ministra de Bolsonaro, Damares Alves, hoje senadora do PL pelo Distrito Federal, pela atuação em prol da causa.

Além de Leniel, Ana Carolina Oliveira, mãe de Isabella Nardoni, assassinada pelo pai em São Paulo, também iniciou a campanha na capital paulista, onde também se elegeu vereadora no mesmo ano que Leniel.

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