O auditório da Universidade de Lisboa não foi suficiente para abrigar com conforto todos os convidados do XI Fórum Jurídico, promovido pelo IDP, instituição do ministro Gilmar Mendes. Na cerimônia de abertura, na manhã desta segunda-feira, alguns ministros do STF e do STJ, além de desembargadores – alguns do Rio – tiveram dificuldade para sentar. Foi necessário um esforço especial dos organizadores para acomodar personalidades como o ministro Luís Felipe Salomão e o ex-presidente do TJ, desembargador Henrique Figueira.
Após dois anos de pandemia, com versões online do tradicional encontro de juristas, o seminário atual teve um público muito superior à capacidade do anfiteatro da universidade de Lisboa.
Participam do encontro, entre outros, os governadores Cláudio Castro, Ronaldo Caiado e Tarcísio Freitas, o presidente da Câmara, Arthur Lira; o ministro Luís Roberto Barroso, os ministro do TCU, Bruno Dantas e Benjamin Zymler e Jorge Messias, da AGU
Em síntese, o poder hegemônico do Brasil está nos próximos quatro dias em Portugal. É tal a concentração de autoridades brasileiras que, sem exageros, pode-se garantir que nada de relevante pode ser decidido por aqui nesta semana.





