O técnico italiano Carlo Ancelotti desembarcou no Brasil neste domingo para iniciar sua trajetória como novo comandante da Seleção Brasileira. Com contrato assinado até o fim da Copa do Mundo de 2026, o treinador será o mais bem pago entre os técnicos de seleções nacionais, com um salário mensal estimado em R$ 4 milhões — o que representa cerca de R$ 50 milhões por ano.
O acordo com a CBF inclui ainda benefícios que destacam o prestígio do profissional: um jatinho fretado à disposição para viagens esporádicas à Europa, aluguel de uma mansão no Rio de Janeiro e um bônus de € 5 milhões (cerca de R$ 32 milhões) em caso de conquista do título mundial.
A apresentação oficial ocorreu nesta segunda-feira, quando Ancelotti anunciou sua primeira convocação, com foco nos confrontos contra Equador e Paraguai pelas Eliminatórias, nos dias 5 e 10 de junho. Ele chega ao cargo após encerrar sua segunda passagem pelo Real Madrid, com quem conquistou recentemente a La Liga e encerrou a temporada com vitória por 2 a 0 sobre o Real Sociedad.
Ancelotti substitui Dorival Júnior, que foi demitido em março após 14 meses no comando. O técnico italiano assume com a missão de liderar o Brasil rumo ao sonhado hexacampeonato, que será disputado em 2026 nos Estados Unidos, México e Canadá.
Com um currículo invejável, Ancelotti é o único treinador da história a conquistar as cinco grandes ligas europeias: Serie A (Milan, 2004), Premier League (Chelsea, 2010), Ligue 1 (PSG, 2013), Bundesliga (Bayern, 2017) e La Liga (Real Madrid, 2022 e 2024). Também acumula três títulos da Liga dos Campeões da UEFA (2014, 2022 e 2024) e dois Mundiais de Clubes (2014 e 2022) com o Real.
Seu contrato com a seleção brasileira tem duração de 14 meses, até o encerramento do Mundial.





