O ataque israelense que matou um jornalista e feriu outros seis profissionais da imprensa no Líbano merece uma investigação por “crime de guerra”, disseram os grupos de direitos humanos Anistia Internacional e Human Rights Watch à AFP nesta quinta-feira.
Em 13 de outubro, o fotojornalista da Reuters Issam Abdallah, de 37 anos, foi morto em um ataque próximo da fronteira com Israel. Outros dois profissionais da Reuters, dois da al-Jazeera e dois da AFP ficaram feridos na ocasião. A repórter da AFP Christina Assi, de 28 anos, teve uma perna amputada e ainda está no hospital.
Naquele dia, os jornalistas cobriam uma série de bombardeios na área de fronteira quando foram atingidos por um dos ataques. O momento foi registrado ao vivo pela Reuters. Na sequência do ocorrido, uma mulher grita: “O que está acontecendo? Não consigo sentir minhas pernas”.
A ofensiva, confirmada por fontes libanesas e israelenses, teria sido uma resposta a uma “tentativa de invasão” do Estado Judeu pelo norte. O caso foi investigado como uma tentativa de infiltração inimiga.
Com informações do GLOBO.





