A oposição voltará a ter maioria na CPI que investiga o Movimento dos Trabalhadores Sem Terra. Uma articulação capitaneada por PP e Republicanos, siglas do Centrão que negociam há mais de um mês a indicação de nomes para Esplanada, tem promovido substituições de deputados no colegiado, o que fará com que os adversários do Palácio do Planalto passem a ocupar 15 cadeiras na comissão, contra 9 da base.
O movimento ocorre a uma semana da apresentação do relatório final, que deverá pedir indiciamento de pelo menos 15 pessoas, entre elas aliados de Lula.
A mudança da correlação de forças é considerada um reflexo do adiamento da reforma ministerial prometida pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.





