Novo Datafolha renova no PT e aliados a esperança de vitória em primeiro turno

 O resultado do Datafolha divulgado ontem à noite reacendeu nos petistas a esperança de uma vitória em primeiro turno na eleição. Mesmo um tucano histórico, como Aloysio Nunes Ferreira, que hoje apoia Lula, vê uma forte expectativa de vitória já em 3 de outubro. As informações são de Malu Gaspar, no Globo online. A campanha…

 O resultado do Datafolha divulgado ontem à noite reacendeu nos petistas a esperança de uma vitória em primeiro turno na eleição. Mesmo um tucano histórico, como Aloysio Nunes Ferreira, que hoje apoia Lula, vê uma forte expectativa de vitória já em 3 de outubro.

As informações são de Malu Gaspar, no Globo online.

A campanha do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) comemorou o cenário de estabilidade apontado pela última pesquisa Datafolha e vê espaço para a força do “voto útil” a 17 dias do primeiro turno.

Dentro do PT, a avaliação é a de que o quadro atual abre caminho para que eleitores indecisos, de Ciro Gomes (PDT) e Simone Tebet (MDB) optem pelo voto útil e abracem de última hora a candidatura lulista, para liquidar o pleito já no primeiro turno.

Esse movimento evitaria que a disputa eleitoral se arrastasse por mais quatro semanas.

“Há um sentimento muito forte, mais que em outras eleições, de ‘resolver logo no primeiro turno’. A frase do ex senador e ex-ministro Aluísio Nunes, do PSDB, é o que mais resume este sentimento: o segundo turno é agora em 2 de outubro”, disse à equipe da coluna o ex-governador do Piauí Wellington Dias.

Os petistas comemoraram que a reprovação do governo presidente Jair Bolsonaro passou de 42% para 44% – este é o universo de eleitores que consideram a atual gestão ruim ou péssima, mesmo com a redução do preço da gasolina e o pagamento de Auxílio Brasil a camadas mais pobres.

“A estabilidade nas intenções de voto é ótima para a gente. Já o Bolsonaro, com essa desaprovação, não se elege nem síndico de prédio”, alfineta um integrante do núcleo duro da campanha lulista.

Aliados de Lula também viram com bons olhos que a rejeição de Bolsonaro passou de 51% para 53%, enquanto a do petista oscilou um ponto para baixo, de 39% para 38%. “Essa foi a melhor notícia, na verdade”, resume um interlocutor do ex-presidente.

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