Bruno Bonetti, que assumiu temporariamente uma cadeira no Senado pelo Rio de Janeiro como primeiro suplente de Romário, deu sua primeira entrevista após a posse no programa Jogo do Poder, apresentado pelo jornalista Ricardo Bruno e que vai ao ar pela Rede CNT neste domingo (21), às 23h20. Na conversa, ele relembrou a trajetória ao lado do deputado Altineu Côrtes, de quem foi chefe de gabinete e com quem trabalha desde 2004, e disse que chegar ao Senado como ex-assessor foi um marco pessoal.
Na primeira entrevista como senador, Bruno Bonetti detalha suas prioridades em Brasília. pic.twitter.com/Hji2TH6mxd
— Agenda do Poder (@agendadopoder) December 19, 2025
Dosimetria e anistia no radar
Ao comentar sua estreia em votações, Bonetti afirmou que apoiou a proposta relacionada à dosimetria das penas para condenados pelos atos de 8 de janeiro e tratou a medida como um passo, mantendo a anistia como objetivo político do seu campo. No mesmo bloco, saiu em defesa de Jair Bolsonaro, dizendo acreditar que o ex-presidente é alvo de perseguição.
2026: Flávio, Senado e o tabuleiro do Rio
Questionado sobre a disputa presidencial, Bonetti disse que o PL abraçou a indicação de Flávio Bolsonaro para 2026 e avaliou que eventuais divisões no campo da direita tenderiam a se reunir no segundo turno. Ele também falou sobre a provável formação da chapa ao Senado no Rio, citando nomes como Carlos Jordy, Sóstenes Cavalcante e o senador Portinho, e mencionou que a decisão passaria por conversas internas no partido e aliados.
Segurança e primeiras propostas
Na reta final, Bonetti afirmou que pretende priorizar segurança pública e mencionou que trabalha em ideias com a consultoria legislativa. Ele citou como exemplo resgatar um projeto que eliminaria impostos federais sobre medicamentos contra o câncer e disse que também quer atuar em pautas ligadas a crianças neurodivergentes.




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