Carmem Lúcia será relatora da ADI que pede anulação de norma que permite a reeleição de dirigentes dos Tribunais de Justiça

A Ação Direta de Inconstitucionalidade pode mudar os rumos da próxima eleição do Tribunal de Justiça do Rio, que será disputada, no próximo dia 25, pelos desembargadores Ricardo Couto e Luiz Zveiter

A ministra Carmem Lúcia, do STF, será a relatora da Ação Direta de Inconstitucionalidade proposta pelo procurador-geral da República, Paulo Gonet, contra a emenda constitucional, aprovada recentemente, que permitiu a recondução sucessiva de dirigentes dos Tribunais de Justiça.

A Ação Direta de Inconstitucionalidade, com o pedido urgente de medida cautelar, pode mudar os rumos da próxima eleição do Tribunal de Justiça do Rio, que será disputada, no próximo dia 25, pelos desembargadores Ricardo Couto e Luiz Zveiter. Ex-presidente do TJ no biênio 2009-2010, Zveiter foi beneficiado com a mudança, se reabilitando ao jogo eleitoral pelo comando do Tribunal fluminense.

A escolha de Carmem Lucia torna ainda mais imprevisível o exame do pedido de liminar para suspender a eleição, marcada para a próxima segunda-feira, 25/11. De perfil essencialmente técnico, a magistrada tem poucas relações políticas.

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