Lionel Messi voltou a ser o protagonista de mais um capítulo histórico da Copa do Mundo de 2026, nesta segunda-feira. O camisa 10 da Argentina marcou o gol que abriu o placar contra a Áustria e atingiu a marca de 17 gols em Mundiais, tornando-se o maior artilheiro da história da competição.
O feito colocou o argentino isolado no topo da artilharia histórica das Copas, superando o alemão Miroslav Klose, que até então dividia o posto com o próprio Messi. O jogo, no entanto, começou de forma dramática para o craque, que desperdiçou uma cobrança de pênalti ainda no início da partida.
Pênalti perdido e pressão inicial
Logo nos primeiros minutos, a Argentina teve a chance de abrir o placar após Lautaro Martínez ser derrubado dentro da área. Com auxílio do VAR, o árbitro confirmou a penalidade máxima. Messi assumiu a responsabilidade da cobrança, mas acabou mandando a bola para fora, frustrando a possibilidade de alcançar o recorde naquele momento.
O erro marcou o terceiro pênalti desperdiçado pelo jogador em Copas do Mundo. A falha alimentou a pressão e gerou forte repercussão nas redes sociais, onde torcedores e críticos comentaram o lance e compararam o desempenho de grandes estrelas do futebol mundial.
Redenção e gol histórico
Apesar do início conturbado, Messi conseguiu se recuperar ainda no decorrer da partida. Após o pênalti perdido, o atacante passou a ser mais participativo e encontrou espaço para decidir o jogo. Em uma das jogadas ofensivas da Argentina, ele balançou as redes e abriu o placar, alcançando o 17º gol em Copas do Mundo.
Com isso, o argentino não apenas colocou sua seleção em vantagem, como também consolidou um feito histórico: tornar-se o maior artilheiro de todos os tempos em Mundiais. A marca o coloca isolado no topo da lista, à frente de nomes consagrados do futebol internacional.






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