Marinha diz que “condições climáticas extremas” romperam amarra e levaram navio a bater na ponte

O navio “São Luiz” que bateu na ponte Rio-Niterói, no início da noite de segunda-feira, estava ancorado há seis anos, tem destino pendente de decisão judicial e não oferecia riscos à navegação, segundo a Marinha, que irá instaurar Inquérito sobre Acidentes e Fatos de Navegação “para apurar causas, circunstâncias e responsabilidades do acidente”. Ainda de…

O navio “São Luiz” que bateu na ponte Rio-Niterói, no início da noite de segunda-feira, estava ancorado há seis anos, tem destino pendente de decisão judicial e não oferecia riscos à navegação, segundo a Marinha, que irá instaurar Inquérito sobre Acidentes e Fatos de Navegação “para apurar causas, circunstâncias e responsabilidades do acidente”. Ainda de acordo com a Marinha, o cabo que segura a âncora do navio se partiu em consequência de “condições climáticas extremas” e a embarcação se deslocou até colidir com a ponte. O Rio estava sob ventos fortes.

Em 2018 uma reportagem do Globo informou que o “São Luiz”, que é de responsabilidade da Navegação Mansur, não navegava há dois anos, estava deteriorado, mas continuava tripulado.

O navio é um exemplo do “cemitério de embarcações” na baía da Guanabara.

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