O projeto para armar a Guarda Municipal de Maricá entra em uma de suas etapas mais importantes. Entre os dias 18 e 21 de julho, os 385 agentes da corporação serão submetidos a avaliações psicológicas, consideradas o primeiro requisito eliminatório para a obtenção do porte de arma institucional, conforme os critérios estabelecidos pela Polícia Federal.
A iniciativa marca um avanço no planejamento da Prefeitura para ampliar a capacidade operacional da Guarda Municipal. Apenas os agentes aprovados nesta primeira fase poderão seguir para as próximas etapas do processo, que incluem cursos de tiro e treinamentos de capacitação tática.
O número de guardas que efetivamente atuarão armados nas ruas dependerá do desempenho nas avaliações psicológicas e da aprovação nos cursos previstos. O objetivo é garantir que apenas profissionais aptos assumam as novas atribuições relacionadas ao patrulhamento armado.
A medida integra uma estratégia mais ampla de fortalecimento da segurança pública no município. Para dar suporte à nova estrutura, a administração municipal criou o Grupamento de Ocupação Democrática Armada do Território (GODAT), unidade voltada para consolidar a atuação da guarda armada e ampliar a capacidade de resposta em ocorrências de maior complexidade.
Segundo o planejamento da Prefeitura, o novo grupamento deverá atuar em situações que exijam pronta intervenção, reforçando o trabalho preventivo e ostensivo realizado pela Guarda Municipal em diferentes regiões da cidade.
A implantação da guarda armada representa uma mudança significativa na política de segurança de Maricá. Além da exigência das avaliações psicológicas, o processo prevê treinamento técnico especializado e qualificação contínua dos agentes, seguindo os parâmetros exigidos para a concessão do porte institucional de armas.
Com a conclusão das etapas previstas, a Prefeitura pretende ampliar a capacidade de atuação da Guarda Municipal, fortalecendo as ações de patrulhamento e apoio à segurança da população.






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