Maior acionista da Light propõe ampliação do conselho de administração da empresa

O empresário Nelson Tanure, hoje maior acionista individual da Light, enviou proposta à companhia para eleger um novo Conselho de Administração. Tanure, que tem 21,8% do capital da Light, propõe que o conselho seja ampliado de sete para nove membros. Um dos assentos seriam destinados ao próprio empresário. A proposta foi comunicada pela Light ao…

O empresário Nelson Tanure, hoje maior acionista individual da Light, enviou proposta à companhia para eleger um novo Conselho de Administração.

Tanure, que tem 21,8% do capital da Light, propõe que o conselho seja ampliado de sete para nove membros. Um dos assentos seriam destinados ao próprio empresário.

A proposta foi comunicada pela Light ao mercado em fato relevante na noite de terça-feira (21/6).

A possibilidade de uma nova composição do conselho foi apoiada ainda por outros dois acionistas de referência, Ronaldo Cezar Coelho e Beto Sicupira, segundo comunicado da Light.

A Light escreveu no comunicado que “informa a seus acionistas e ao mercado em geral que o Conselho de Administração da Companhia recebeu, nesta data, a carta enviada pela WNT Gestora de Recursos Ltda. (“WNT”), por meio da qual foi requerida a convocação de Assembleia Geral Extraordinária (“AGE”)”.

A assembleia trataria de “fixação do número de membros do Conselho de Administração em nove membros” e “eleição de novos membros do Conselho de Administração”, segundo a nota.

A proposta de Tanure ocorre em meio a uma dança das cadeiras no comando da Light.

A Light S.A, holding dona da distribuidora de mesmo nome, pediu recuperação judicial no mês passado. A Light atribui aos gatos o motivo de parte de sua crise financeira. A dívida total da empresa é estimada em R$ 11 bilhões.

O pedido de recuperação judicial, aceito pela Justiça, foi apresentado pela holding Light S.A., e não pela distribuidora Light Serviços de Eletricidade S.A. Segundo a legislação, concessionárias de serviços públicos de energia não podem recorrer à recuperação judicial ou extrajudicial.

Com informações do Metrópoles.

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