Lular diz esperar que Amorim traga da Ucrânia indícios para conversar sobre paz

Durante uma coletiva de imprensa com o primeiro-ministro holandês, Mark Rutte, no Palácio do Planalto, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva expressou sua esperança de que o assessor especial para assuntos internacionais da Presidência da República, Celso Amorim, possa trazer indícios para iniciar uma conversa sobre a paz após sua viagem à Ucrânia em…

Durante uma coletiva de imprensa com o primeiro-ministro holandês, Mark Rutte, no Palácio do Planalto, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva expressou sua esperança de que o assessor especial para assuntos internacionais da Presidência da República, Celso Amorim, possa trazer indícios para iniciar uma conversa sobre a paz após sua viagem à Ucrânia em relação ao conflito com a Rússia.

“Hoje o Celso Amorim chegou na Ucrânia, ele já tinha ido à Rússia, ele viajou 12 horas de trem para poder chegar. Eu espero que o Celso me traga não a solução, que ele me traga indícios e soluções para que a gente possa começar a conversar sobre paz”, afirmou Lula.

“Ele já sabe o que o [Vladimir] Putin quer, ele agora vai saber o quer o [Volodymyr] Zelensky. E, aí, vamos ter instrumentos para conversar com outros países e construir, quem sabe, a possibilidade de pararmos essa guerra”, continuou.

“Hoje o Celso Amorim chegou na Ucrânia, ele já tinha ido à Rússia, ele viajou 12 horas de trem para poder chegar. Eu espero que o Celso me traga não a solução, que ele me traga indícios e soluções para que a gente possa começar a conversar sobre paz”, afirmou Lula.

“Ele já sabe o que o [Vladimir] Putin quer, ele agora vai saber o quer o [Volodymyr] Zelensky. E, aí, vamos ter instrumentos para conversar com outros países e construir, quem sabe, a possibilidade de pararmos essa guerra”, continuou.

Lula disse ainda que, embora o caminho para a paz não seja fácil, é necessário tentar dar uma parada no conflito e buscar instrumentos para conversar com outros países e construir uma possibilidade de parar a guerra. 

“Todo mundo sabe que o Brasil condenou a ocupação territorial da Ucrânia feita pela Rússia. O Brasil já votou na ONU e repetiu o voto. Mas, ao mesmo tempo, achamos que é preciso não estimular a continuidade do erro. É preciso tentar dar uma parada nisso”.

Durante sua viagem à Rússia, Amorim disse que as portas para uma negociação de paz com o país não estão totalmente fechadas. 

Rutte afirmou que os Países Baixos vão apoiar a Ucrânia pelo “tempo que for necessário”.

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