Lula discursa no Sindicato dos Metalúrgicos do ABC e pede atenção, ‘pois os malucos ainda estão na rua ofendendo pessoas’

Em discurso durante a cerimônia de posse da nova diretoria do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que “os malucos ainda estão na rua”, ao se referir a apoiadores do ex-presidente Bolsonaro (PL). “Vocês têm de estar preparados, porque nós…

Em discurso durante a cerimônia de posse da nova diretoria do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que “os malucos ainda estão na rua”, ao se referir a apoiadores do ex-presidente Bolsonaro (PL).

“Vocês têm de estar preparados, porque nós derrotamos Bolsonaro, mas não derrotamos os bolsonaristas ainda. Os malucos estão na rua, ofendendo, xingando pessoas”, declarou Lula. “Vamos dizer para eles que queremos que este país volte a ser civilizado. As pessoas não têm de se gostar. As pessoas têm apenas de se respeitar”, disse ele seu discurso hoje no sindicato que é o berço de sua trajetória política. Neste domingo a entidade completa 64 anos.

O evento contou com a participação de ministros, entre eles Marcio França (Portos e Aeroportos) e Silvio Almeida (Direitos Humanos e Cidadania), além de Janja, a primeira-dama, que se levantou para aplaudir quando o presidente disse que “lugar de mulher é onde ela quiser”.

Lula discursou por quase 25 minutos e, em falas para a base, recebeu aplausos efusivos por três vezes. O presidente mencionou, ainda, o episódio da suposta agressão sofrida pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), no aeroporto de Roma, na Itália.

“Um canalha não só ofendeu ele, como bateu no filho dele”, disse o petista. “Esse cara é um empresário de uma empresa alemã. Eu entreguei o nome dele para o chanceler alemão, e esse cara foi expulso do partido [PSD] ontem [sábado] pelo [Gilberto] Kassab [secretário de Governo e Relações Institucionais do Estado de São Paulo].”

Com público formado majoritariamente por operários, Lula voltou a citar que “uma ‘picanhinha’ é tudo o que a gente quer”.

Também prometeu aumento do salário mínimo acima da inflação e de acordo com o produto interno bruto (PIB) até o fim do mandato.

“Meu compromisso não é com os banqueiros. Meu compromisso não é com os empresários. Eles sabem que meu compromisso é com o povo trabalhador deste país”, completou Lula.

Com informações do Metrópoles.

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