O presidente Luiz Inácio Lula da Silva pretende cortar até R$ 5,5 bilhões das emendas de comissão, que foram aumentadas pelo Congresso no fim do ano passado. O veto seria para recompor gastos essenciais em programas como auxílio gás, bolsas de ensino superior e Polícia Federal.
A data limite para a decisão é 22 de janeiro, quando vence o prazo para a sanção da Lei Orçamentária. O acordo com o Congresso era de R$ 11 bilhões em emendas de comissão, mas os parlamentares alocaram R$ 16,6 bilhões. A intenção agora é vetar o que ficou fora do acordo.
A medida pretendida por Lula pode gerar atrito com o Legislativo, que busca mais controle sobre o Orçamento. Há também a possibilidade de o recurso ser remanejado para o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), que sofreu um corte de R$ 6,3 bilhões (passou de R$ 61,3 bi para R$ 55 bi). O PAC é a principal aposta de investimento do governo
Com informações de O Globo





