Lei Seca amplia blitzes no Rio e reduz número de motoristas alcoolizados

Primeiro semestre teve registro de alta superior a 41% no número de fiscalizações em em todo o estado relação ao mesmo período no ano passado

A Operação Lei Seca intensificou as fiscalizações de trânsito no Rio de Janeiro no primeiro semestre deste ano, e os números já refletem o impacto da estratégia. De janeiro a junho, 185.343 motoristas foram abordados em todo o estado, uma alta de 41,9% em relação ao mesmo período de 2024, quando foram fiscalizados 130.577 motoristas. 

Mesmo com mais blitze nas ruas, o percentual de motoristas dirigindo sob efeito de álcool caiu de 11,35% para 8,71%. A queda foi registrada também nos cinco municípios com maior incidência de casos: na capital fluminense, a taxa recuou de 9,9% para 7,2%; em Niterói, de 11,3% para 8,2%; em Duque de Caxias, de 12% para 7,7%; em São Gonçalo, de 8,4% para 5,5%; e em Cabo Frio, que mesmo com o maior índice, batendo 26,1%, registrou recuo em relação aos 29,4% do ano passado.

Segundo o Governo do Estado, o resultado é reflexo também do reforço nas ações de educação para o trânsito. No primeiro semestre, mais de 137 mil pessoas participaram de palestras, blitze educativas e eventos de conscientização. Só as ações de rua somaram 116.043 abordagens, um crescimento de 35%. Já o número de eventos públicos saltou de 635 para 972, enquanto as palestras reuniram mais de 21 mil participantes.

Pelas regras da Lei Seca, motoristas que se recusam a fazer o teste do bafômetro são considerados positivos para efeito de infração, conforme determina o Código de Trânsito Brasileiro.

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