O suposto rato encontrado dentro de uma fralda usada por um bebê de um mês, em São João de Meriti, na Baixada Fluminense, era, na verdade, um objeto de origem plástica. A informação foi confirmada pela Delegacia do Consumidor (Decon) após a conclusão, nesta quinta-feira (5), da perícia feita no material enviado pela mãe da criança.
O caso ganhou repercussão após a família relatar que havia encontrado o corpo estranho dentro de uma fralda da marca Babysec, fabricada pela multinacional Softys. A mãe do bebê afirmou ter notado o volume ao trocar a criança e, ao abrir a fralda, se deparou com o que parecia ser um roedor prensado no interior do produto.
A Decon, no entanto, informou que o laudo pericial descartou a presença de material orgânico. “O corpo estranho é de origem polimérica”, afirma a nota da delegacia.
A investigação segue em andamento para esclarecer como o objeto foi parar dentro da embalagem e se houve falha de fabricação.
Em nota, a Softys Brasil afirmou que o objeto é, na verdade, um adesivo. A empresa disse estar em contato com a cliente e colaborando com as autoridades. “Reforçamos nosso compromisso com a segurança, a transparência e o respeito aos consumidores”, declarou.





