A Justiça Federal em Sergipe condenou a União nesta terça-feira (12) a pagar uma indenização por danos morais no valor de R$ 1 milhão para o filho de Genivaldo Santos, de 38 anos, morto em abordagem da Polícia Rodoviária Federal (PRF) em Sergipe, em maio de 2022. Genivaldo foi trancado no porta-malas de um carro da PRF e obrigado a inalar gás lacrimogêneo.
Na mesma audiência, o juiz Rafael Soares determinou que o menor teria direito a uma pensão no valor de dois terços do salário mínimo, cerca de R$ 800 por mês. Ele decidiu ainda que Maria Fabiana Santos, não teria direito a indenização por não ficar comprovado, no seu entendimento, que ela seria viúva da vítima.
A advogada de Fabiana e do filho do casal, Priscilla Mendes, informou que não existe um prazo para o pagamento da indenização, e que esse processo pode levar anos.
Um pouco mais de um ano após da morte da vítima, o julgamento dos agentes William de Barros Noia, Kleber Nascimento Freitas e Paulo Rodolpho Lima Nascimento, envolvidos na ação, ainda não tem data. A Justiça Federal de Sergipe determinou que eles sejam submetidos à júri popular, o que é questionado pelas defesas.
Com informações do G1





