Julgamento do deputado André Corrêa no caso Furna da Onça é adiado pelo TRE por ausência de um dos magistrados que faltam votar

Processo estava na pauta desta terça-feira (03). Relator já votou a favor da absolvição de deputado

A ausência do desembargador Fernando Cabral Filho na sessão desta terça-feira (03), levou o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) a adiar o julgamento do deputado estadual André Corrêa (PP) no caso da Operação Furna da Onça. Estava previsto o julgamento do processo, mas como o desembargador não pôde comparecer e ele integrava o colegiado no dia 7 de novembro, quando a desembargadora Daniela Bandeira pediu vistas, o presidente do TRE, Henrique de Andrade Figueira, retirou o caso da pauta.

André Corrêa já tem um voto favorável à sua absolvição: do relator Peterson Simão. O deputado foi acusado de corrupção passiva e de integrar organização criminosa. A Operação Furna da Onça foi realizada em 2018 como desdobramento da Lava Jato no Rio de Janeiro.

“A acusação ficou sem provas sustentáveis. Não existe prova suficiente a demonstrar os fatos ilícitos que ele foi acusado. A absolvição se impõe como único caminho justo”, afirmou o desembargador Peterson Barroso Simão em seu voto, na sessão de 7 de novembro. Ele considerou que as provas orais e documentais apresentadas pelo Ministério Público contra o deputado não comprovaram as acusações.

O processo deve voltar à pauta do TRE na próxima sessão presencial da Corte, que deve ocorrer dia 10. Faltam votar os desembargadores Fernando Cabral Filho, Rafael Estrela Nóbrega, Ricardo Perlingeiro e Tathiana de Carvalho Costa, que optaram por aguardar o voto da revisora Daniela Bandeira para emitirem seus votos.

Mais recentes

Descubra mais sobre Agenda do Poder

Assine agora mesmo para continuar lendo e ter acesso ao arquivo completo.

Continue reading