A circulação de jornais impressos segue com queda vertiginosa. Dados do IVC (Instituto Verificador de Comunicação), publicados pelo Poder 360, mostram que, em setembro, foram 13,6% exemplares a menos em comparação com o fim de 2020.
Para mostrar o fenômeno de decadência do meio papel, o Poder360 selecionou estes 10 veículos: Folha de S.Paulo, O Globo, O Estado de S. Paulo, Super Notícia (MG), Zero Hora (RS), Valor Econômico, Correio Braziliense (DF), Estado de Minas, A Tarde (BA) e O Povo (CE
Apesar de Super Notícia encabeçar o ranking de tiragem média diária, o jornal mineiro registrou a pior queda (-19%) entre as 10 publicações. Desse grupo, nenhuma empresa registrou alta na circulação impressa no acumulado dos 3 primeiros trimestre deste ano –como a Folha, que já chegou a registrar 1 milhão de exemplares e, hoje, imprime 55.373 unidades

Por outro lado, o digital segue avançando. O crescimento foi de 6,4% em setembro frente a dezembro de 2020. Folha se mantém na liderança da lista de assinaturas digitais pagas, com 302.880. É seguida por O Globo, com 301.779. Os 2 jornais costumam competir pelo topo. Cresceram 8,9% e 14,5% neste ano, respectivamente. O Globo assume a liderança da lista de circulação total, quando somados os leitores das versões impressa e digital. Tem 372.061. O jornal da família Marinho ultrapassou Folha (358.253), que encerrou o ano passado encabeçando a lista. Quando se compara o ano de 2020 com setembro de 2021, o total de leitores das versões impressas e digitais dessas 10 empresas teve ligeira alta (0,3%). Em dezembro de 2020, a circulação era de 1.421.577 cópias por dia. Em setembro de 2021, a cifra foi de 1.426.253.






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