Isabel Gallotti deixa o TSE e Corte tem nova composição

Vaga de ministro será assumida por Ricardo Villas Bôas Cueva e a Corregedoria deve passar ao ministro Antônio Carlos Ferreira

A ministra Isabel Gallotti participou nesta terça-feira (18) de sua última sessão como integrante efetiva do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e corregedora-geral eleitoral. Ela encerrou o mandato iniciado em novembro de 2022, como substituta, completando três anos na Corte.

Nova composição no TSE
A saída de Gallotti abre a vaga destinada ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), que será ocupada pelo ministro Ricardo Villas Bôas Cueva. A Corregedoria-Geral Eleitoral deve passar para o ministro Antônio Carlos Ferreira.

Atuação em defesa da paridade de gênero
Durante sua passagem pelo TSE, a ministra destacou a importância do avanço feminino na Justiça Eleitoral. Ela propôs listas tríplices exclusivamente compostas por mulheres para vagas de juristas nos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) e relatou o primeiro julgamento sobre violência política de gênero na Corte.

Votos que marcaram sua atuação
Gallotti foi relatora dos processos de inelegibilidade por abuso de poder nas eleições de 2022 e votou contra os governadores Cláudio Castro (PL), do Rio de Janeiro, e Antônio Denarium (PP), de Roraima.

Gestão à frente da Corregedoria-Geral Eleitoral
Como corregedora-geral, determinou o arquivamento do inquérito administrativo que investigava o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) por ataques reiterados às urnas eletrônicas desde 2021. Sua gestão também promoveu melhorias no cadastro eleitoral, no reforço da segurança do e-Título e na padronização de procedimentos nacionais.

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