Homem preso por espalhar fotos de cantores no IML mantinha perfil em rede social e debochava das tragédias

O serralheiro Fellipe Alves, 22 anos, preso hoje por espalhar imagens de cantores famosos mortos, mantinha um perfil no Twitter. A página disseminava arquivos de vídeo envolvendo acidentes trágicos, e tinha personalidades artísticas como vítimas. O autor chegava a debochar das tragédias em postagens na rede social. A coluna Na Mira, do Metrópoles, identificou o perfil…

O serralheiro Fellipe Alves, 22 anos, preso hoje por espalhar imagens de cantores famosos mortos, mantinha um perfil no Twitter.

A página disseminava arquivos de vídeo envolvendo acidentes trágicos, e tinha personalidades artísticas como vítimas. O autor chegava a debochar das tragédias em postagens na rede social.

A coluna Na Mira, do Metrópoles, identificou o perfil usado pelo criminoso – que teve a prisão preventiva pedida pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) – para disseminar as imagens vazadas de laudos periciais feitos em Institutos de Medicina Legal (IML).

Cheias de ódio e ironia, as publicações do criminoso zombavam de cantores como Gabriel Diniz, morto em 2019, vítima de um acidente aéreo em Sergipe.

O autor publicou um vídeo com o corpo do cantor boiando em um rio e legendou: “Gabriel Diniz nadando”.

Em outra postagem, Fellipe usou o perfil para avisar aos seguidores que possui fotos dos corpos de Marília Mendonça e de Cristiano Araújo. “Também tenho fotos dos Mamonas Assassinas. Entrem em meu grupo no Telegram”, diz o suspeito preso no âmbito da Operação Fenrir, deflagrada pela Delegacia Especial de Repressão aos Crimes Cibernéticos (DRCC).

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