Homem é preso em Copacabana por agredir a namorada e mantê-la trancada em seu apartamento. Polícia agiu com eficiência

A Polícia Civil agiu com rapidez e eficiência e pode ter impedido mais um feminicídio no Rio. A 13ª delegacia de polícia prendeu um homem que agrediu a namorada, ameaçou-a de morte a manteve em cárcere privado em Copacabana. O homem, de 41 anos, foi preso em Copacabana, na Zona Sul do Rio, após agredir…

A Polícia Civil agiu com rapidez e eficiência e pode ter impedido mais um feminicídio no Rio. A 13ª delegacia de polícia prendeu um homem que agrediu a namorada, ameaçou-a de morte a manteve em cárcere privado em Copacabana.

O homem, de 41 anos, foi preso em Copacabana, na Zona Sul do Rio, após agredir a namorada e mantê-la presa em seu apartamento por 36 horas. Pedro Polonia Gouveia e Silva foi acusado pelos crimes de injúria, lesão corporal e tortura.

Quando conseguiu deixar o local, a vítima, que não é do Rio de Janeiro, procurou a 13ª DP, em Ipanema, e os policiais deram início às investigações. A mulher contou que o namorado ameaçou matá-la caso ela não fosse visitá-lo e que, nas três semanas em que está na cidade, foi agredida diversas vezes.

Depois que a denúncia foi feita, a polícia começou a realizar buscas e, enquanto as varreduras eram feitas, dois policiais ficaram de campana na residência de Polonia, que foi encontrado e preso em flagrante horas depois da primeira denúncia feita pela namorada. Segundo informações divulgadas pelo Jornal O Globo, ele estava com as mesmas roupas que usava quando cometeu os crimes.

O acusado passou por audiência de custódia na quinta-feira (28) e teve sua prisão em flagrante convertida em preventiva pela juíza Ariadne Villela Lopes, do 5º Juizado de Violência Doméstica. “Em delitos de violência doméstica e familiar contra a mulher, a palavra da vítima possui especial valor para o convencimento do magistrado, visto se tratar de delitos que, em regra e como no presente caso, são supostamente praticados na ausência de testemunhas”, frisou a magistrada, que ainda completou. “Assim, entendo que a imposição de medidas cautelares diversas da prisão não se mostram suficientes no caso em tela, visto que a concessão da liberdade provisória ao custodiado expõe a risco concreto a integridade física e psicológica da vítima.”

“Os fatos narrados pela vítima são graves, visto que essa teria sido mantida sem seu consentimento na residência do custodiado, que a teria ameaçado de morte, de ter a mão amputada e sob palavras de humilhação e xingamentos”, escreveu Villela Lopes em sua decisão.

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