O Palácio do Planalto deve indicar Gabriel Galípolo à presidência do Banco Central (BC) nas próximas duas semanas. A decisão, avalizada por Lula, visa fortalecer a posição de Galípolo para suceder Roberto Campos Neto, cujo mandato termina no fim do ano, informa Gerson Camarotti, no g1.
Recentemente, Galípolo adotou um tom mais firme em relação à política monetária, com o apoio do Planalto, para demonstrar credibilidade, especialmente após pressões sobre o dólar devido às críticas de Lula à taxa de juros e à autonomia do BC.
A escolha de Galípolo é pessoal de Lula, embora inicialmente outras opções fossem consideradas pelo Ministério da Fazenda e pelo mercado.
Além da presidência do BC, há uma disputa interna sobre as indicações para duas diretorias cujos mandatos terminam este ano: Octávio Ribeiro Damaso, da Regulação (Dinor), e Carolina de Assis Barros, de Relacionamento e Supervisão de Conduta (Direc).





