Gilmar Mendes acusa Forças Armadas de leniência com o golpismo de Bolsonaro

Decano do Supremo Tribunal Federal, o ministro Gilmar Mendes diz acreditar que a democracia brasileira mostrou sua “vitalidade” diante dos últimos acontecimentos e que, se tais episódios tivessem ocorrido em outros países, a democracia já teria sido asfixiada. Mesmo assim, ele alerta que novas regras precisam ser estabelecidas no Brasil e constatou: ainda que as…

Decano do Supremo Tribunal Federal, o ministro Gilmar Mendes diz acreditar que a democracia brasileira mostrou sua “vitalidade” diante dos últimos acontecimentos e que, se tais episódios tivessem ocorrido em outros países, a democracia já teria sido asfixiada.

Mesmo assim, ele alerta que novas regras precisam ser estabelecidas no Brasil e constatou: ainda que as Forças Armadas não façam parte de um plano de golpe, elas foram “lenientes” com Jair Bolsonaro (PL).

O ministro do STF explica sua proposta para que leis sejam criadas em relação à participação politica de policiais, militares e procuradores e defende que a gestão durante a pandemia seja investigada.

Vimos um emprego despudorado de militares em funções civis. De novo, deveria ter regras para isso. Quais são as funções que poderiam ser exercidas e quais funções que, para servir, a pessoa precisa atuar como civil?

No Ministério da Justiça, estruturas inteiras estavam militarizadas, o que leva a adivinhar que, num futuro governo Bolsonaro, poderíamos ter uma reprodução dessas repúblicas à la Venezuela.

Não acredito que as Forças Armadas tenham se engajado num projeto de golpe. Mas é notório que foram muito lenientes com Bolsonaro. Se não quisermos ver outros exemplos, baste ver esse assentamento de pessoas na frente dos quartéis. Imaginemos que o MST quisesse fazer um assentamento diante de um quartel.

(Com informações do UOL)

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